sexta-feira, 27 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

LiteraSampa no Conversas ao Pé da Página



O último bloco do Conversas ao Pé da Página III contou com a participação de Bel Mayer na mesa que trouxe o tema "Literatura e infância em situações de crise".


Dividindo a mesa com Mariana Schimdt (Colômbia) e Nathalie Virnot (França), Bel compartilhou suas experiências vividas em bibliotecas comunitárias e o trabalho com os jovens.

Compartilha sobre a importância do acesso ao livro por crianças, jovens e adultos nos espaços mais diferenciados. Espaços esses que tirados da invisibilidade se tornam lugares de memórias e de realização de sonhos.

O envolvimento dos jovens mediadores nesses projetos fazem com que ocupem espaços e que se tornem "escritureiros" de suas próprias histórias.























Palestrantes

Bel Santos Mayer - Educadora social, fundadora dos Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente ? CEDECA. Desde 1997 coordena o Programa de Direitos Humanos do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário - IBEAC, assessora a Secretaria Municipal de Educação de Guarulhos para a política de promoção da igualdade étnico-racial na educação e de defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes. Coordena o Polo de Leitura LiteraSampa, desde 2010.



Nathalie Virnot - Psicóloga clínica francesa, colaboradora da ACCES (Ação Cultural contra as exclusões culturais e segregações) nas áreas da infância, em parceria com bibliotecas, é responsável pela coordenação de vários observatórios de leitura para crianças e trabalha como psicanalista. Têm numerosas publicações em revistas diversas.




Mariana Schimdt - Colombiana, estudou psicologia, durante anos acompanhou a produção de textos escritos por homens e mulheres em situações de transição. Sistematizou essas experiências e saberes, com o propósito de contribuir para o fortalecimento da identidade de grupos e coletividades, avançar no fortalecimento das relações democráticas e pluralistas, e contribuir para a visibilidade das pessoas que vivem no anonimato.