sexta-feira, 24 de julho de 2015

Equipe LiteraSampa

O encontro de assessoria foi intenso e produtivo. Camila, assessora do Programa Prazer em Ler conheceu as bibliotecas Universo das Histórias (Programa Comunitário da Reconciliação) e Caminhos da Leitura (Ibeac)e realizou o encontro com todos os integrantes do LiteraSampa nas Bibliotecas Vinícius de Morais (Casa Mateus) e Picadeiro da Leitura (ICC).







terça-feira, 21 de julho de 2015

Iniciando a classificação por cores

Depois de algumas formações, Bruna, Mediadora de leitura da Biblioteca Interativa Vinicius de Moraes iniciou o processo de classificação por cores.
Temos muito ainda por fazer, mas, o importante é começar!
Para facilitar o o processo, Bruna conta com o apoio de pessoas que utilizam o espaço da biblioteca.
Voluntária Camila 

 Voluntária Camila auxiliando no corte das fitas que sinalizarão o gênero Terror/ suspense

Rafael Santana, adolescente que participa das atividades de Informática educativa e Cidadania e direitos humanos na Entidade e que nas horas livres é auxilia na Biblioteca. O adolescente está com as fitas que sinalizarão Contos contemporâneos.

 Bruna se preparando para classificar o titulo Diário de um banana

Títulos já classificados

Bruna com um titulo classificado como Literatura juvenil/ Terror/suspense

Livros na estante, porém, ainda organizaremos melhor

Bruna e seus "auxiliares"

A literatura ocupando outros espaços

Como a literatura é algo surpreendente...
Renata Shaiene, 22 anos, recepcionista do Centro Com. Casa Mateus é a pessoa que recebe as encomendas em nome da ONG, e consequentemente é ela que recebe a caixa de livros quando efetuamos as compras.
Nesta última compra precisamos comprar em 02 locais diferentes. Renata recebeu 03 volumes, sendo que em uma caixa, havia um único livro.
A recepcionista na minha ausência sempre abre as caixas para efetuar a conferência, ou, para retirar a nota fiscal para entregar para o setor financeiro da ONG.
Porém, quando Renata abriu a caixa que tinha o único livro ela não se interessou apenas pela nota fiscal...
A capa do livro A bela desadormecida de Frances Minters, Ed. Companhia das Letrinhas a chamou a atenção.
Abaixo segue o relato de Renata sobre a experiência...
“Quando abri a caixa e me deparei com o título do livro pensei: Porque a bela desardormecida?
Sempre escutei ou li a bela adormecida, sempre me encantei com histórias de princesas e seus belos vestidos, quando vi que era diferente me interessei em saber porque não tinha uma princesa na capa.
Aproveitei que não havia crianças no momento e me arrisquei em ler aquele livro que tanto me despertou a curiosidade.
Fui lendo e gostando de cada ilustração, de cada fala e de cada “pausa” que o livro tem. Quando eu estava na metade do livro o telefone tocou e eu não via a hora de desligar para poder continuar a minha leitura.
Cheguei ao fim do livro! E foi neste momento que em mim quebrou uma barreira, onde percebi que nem sempre as princesas precisam de belos vestidos.
Assim como eu, se permita quebrar a imagem de histórias convencionais”.
Renata Shaiene
Recepcionista do C. C. Casa Mateus
Julho/2015


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Convite


Em celebração ao centenário de nascimento do arquiteto Vilanova Artigas, o Museu da Casa Brasileia (MCB) e a Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL) apresentam duas mostras: um painel expositivo no Museu com uma seleção de desenhos originais e brinquedos de papel que o arquiteto fazia como diversão junto com os netos e uma mostra na Biblioteca com ampliações e desenhos da mesma série. Ambas exposições foram selecionadas a partir da pesquisa feita por Michel Gorski e Sílvia Zatz para o livro “A mão livre do Vovô”, obra destinada a pequenos leitores produzida pela Editora Terceiro Nome.

Além da mostra, que fica em cartaz simultaneamente no Museu e na Biblioteca entre 18 de julho e 25 de outubro, a BVL oferece uma programação complementar, gratuita, no dia da abertura e durante os meses de cartaz da exposição. Confira as atrações:

De terça a sexta das 10h30 às 18h - Atividades espontâneas relacionadas ao tema, desenvolvidas pela Ação Educativa da equipe BVL (durante todo o período da exposição)

JULHO

Dia 18, sábado

10h30 – Segundas Intenções. Bate-papo com Michel Gorski e Sílvia Zatz, mediação de Manuel da Costa Pinto.
12h – Abertura da exposição
13h - Visita guiada com Rosa Artigas.
14h - Oficina - Tempo presente, com Kiara Terra. Método de narração interativa que pretende despertar em avós ou responsáveis e as crianças a percepção da importância e beleza de suas histórias vividas. A palavra é o elemento de conexão através do qual partilhamos nossas sensações e descobertas. 
16h - Hora do Conto: A mão livre do vovô, inspirado no livro de mesmo título de Michel Gorski e Sílvia Zatz. Com Kiara Terra.

Dia 19, domingo
16h - Hora do Conto - De avó para neto, com Cia. Arte Negus.

Dias 22 e 29, quarta-feira
11h - Pintando o Sete. Criação de desenhos partindo das ilustrações feitas por Vilanova Artigas, com equipe BVL.

Dia 25, sábado
15h - Oficina - Conta vô, Conta vô! , com Arte Negus. Para avós ou responsável. A atividade propõe dicas para manter a atenção das crianças durante o contar de uma história, através da oralidade ou com o uso de livros. Características como “criar expectativa”, “antever os acontecimentos”, “dramatizar voz de personagens”, “explorar detalhes da história e/ou ilustração”, “incentivar a interpretação do texto” e “uso de efeitos sonoros”, serão explorados nessa oficina. O objetivo é proporcionar uma experiência afetiva com momento de descontração entre avós e netos.

De terça a sexta das 10h30 às 18h - Atividades espontâneas relacionadas ao tema, desenvolvidas pela Ação Educativa da equipe BVL

AGOSTO

Dia 1, sábado
13h30 - Oficina - Zine em criação, com João Galera e Júlia Malta. Atividade dividida em três momentos, sendo contação de história a partir dos desenhos da exposição. Colagem de desenho para criação de imagens, a proposta é que, sejam reproduzidas imagens significativas dos avós ou responsável, filhos ou netos. Finalizando com a confecção de um zine, em que os desenhos e as colagens serão ponto de partida para a criação de uma história.

Dia 9, domingo
16h - Hora do Conto – De avó para neto, com Cia. Arte Negus.

Dia 12, quarta-feira
15h - Brincando e Aprendendo, com equipe BVL. Programa que reúne intervenções, jogos teatrais, atividades rítmicas e brincadeiras educativas, abordando o tema da exposição.

Dia 15, sábado
14h - Oficina - Fazendo um livro com vovô, com Thiago Lopes (Estúdio Kiwi - Projeto gráfico do livro A mão livre do vovô). A atividade tem o objetivo de confeccionar um pequeno livro através de experimentações gráficas, resultando em um processo criativo entre avô ou responsável e a criança. A proposta é que os avós auxiliem a criança no processo de montagem do livro. Para cada imagem criada será estimulada a produção de um texto. 

Dia 16, domingo
11h - Pintando o Sete, com equipe BVL. Atividades de artes plásticas direcionadas ao tema, visando o desenvolvimento artístico e intelectual dos participantes.

De terça a sexta das 10h30 às 18h - Atividades espontâneas relacionadas ao tema, desenvolvidas pela Ação Educativa da equipe BVL

SETEMBRO
Dia 5, sábado
14h - Oficina: Fazendo um livro com vovô, com Thiago Lopes (Estúdio Kiwi - Projeto gráfico do livro A mão livre do vovô). A atividade tem o objetivo de confeccionar um pequeno livro através de experimentações gráficas, resultando em um processo criativo entre avô ou responsável e a criança. A proposta é que os avós auxiliem a criança no processo de montagem do livro. Para cada imagem criada será estimulada a produção de um texto. 

Dia 16, quarta-feira
15h - Brincando e Aprendendo, com equipe BVL. Programa que reúne intervenções, jogos teatrais, atividades rítmicas e brincadeiras educativas, abordando o tema da exposição.

Dia 19, sábado
15h - Oficina: Mostre a sua visão, com Arte Negus. A atividade que promove a integração entre crianças e seus avós ou responsável, destinada a produzir material imagético (desenhos, pinturas entre outros) para a Hora do Conto que será realizada logo após a oficina.
16h - Hora do Conto: Imagens e histórias – Uma coisa feita por nós, com Arte Negus.

Dia 26, sábado
16h - Hora do Conto. Com grupo Mãos de Fada. Contação de histórias em Libras com interpretação para o português.

Dia 30, quarta-feira
11h - Pintando o Sete, com equipe BVL. Atividades de artes plásticas direcionadas ao tema, visando o desenvolvimento artístico e intelectual dos participantes.

OUTUBRO

Dia 3, sábado
15h - Oficina de retratos: o dia que inventei meus avós, com Kiara Terra. A atividade propõe que avós ou responsável, fotografem os seus netos e vice-versa. Dos registros nascem observações e trocas de olhares sobre a ligação entre cada um deles. Semelhanças, diferenças e, sobretudo a percepção de como eles se percebem. Após os registros fotográficos, os retratos serão projetados na parede para a criação de novas e significativas imagens.

Dia 7, quarta-feira
15h - Brincando e Aprendendo, com equipe BVL. Programa que reúne intervenções, jogos teatrais, atividades rítmicas e brincadeiras educativas, abordando o tema da exposição.

Dia 21, quarta-feira
11h - Pintando o Sete, com equipe BVL. Atividades de artes plásticas direcionadas ao tema, visando o desenvolvimento artístico e intelectual dos participantes.

Dia 24, sábado
16h - Hora do Conto: A mão livre do vovô, inspirado no livro de mesmo título de Michel Gorski e Sílvia Zatz. Com Kiara Terra.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Muquifu


Ah! Não Posso
 
Se uma frase se pudesse 
Do meu peito destacar; 
Uma frase misteriosa 
Como o gemido do mar, 
Em noite erma, e saudosa, 
De meigo, e doce luar.

Ah! se pudesse!... mas muda 
Sou, por lei, que me impõe Deus! 
Essa frase maga encerra, 
Resume os afetos meus; 
Exprime o gozo dos anjos, 
Extremos puros dos céus.

Entretanto, ela é meu sonho, 
Meu ideal inda é ela; 
Menos a vida eu amara 
Embora fosse ela bela. 
Como rubro diamante, 
Sob finíssima tela.

Se dizê-la é meu empenho, 
Reprimi-la é meu dever: 
Se se escapar dos meus lábios, 
Oh! Deus, - fazei-me morrer! 
Que eu pronunciando-a não posso 
Mais sobre a terra viver.

O MUQUIFU - Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos, tem se tornado mais um espaço da difusão do pensamento da mulher negra no Brasil. No dia 21 de julho, durante o CHÁ DA DONA JOVEM, iremos tratar sobre a produção literária de uma afro-brasileira no século XIX: MARIA FIRMINA DOS REIS, quando teremos oportunidade de conhecer um pouco mais sobre sua OBRA e sua História. O Professor e pesquisador, professor aposentado da UFMG, prof. dr. Eduardo de Assis Duarte irá nos apresentar parte de seus estudos sobre o tema.

Maria Firmina dos Reis nasceu na Ilha de São Luís, no Maranhão, em 11 de outubro de 1825. Foi registrada como filha de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. Mulata, bastarda, era prima do escritor maranhense Francisco Sotero dos Reis por parte da mãe. Em 1830, mudou-se com a família para a vila de São José de Guimarães, no continente, município de Viamão. Viveu parte de sua vida na casa de uma tia materna mais bem situada economicamente. Em 1847, concorreu à cadeira de Instrução Primária nessa localidade e, sendo aprovada, ali mesmo exerceu a profissão, como professora de primeiras letras, de 1847 a 1881.”3

Mulata e bastarda, enfrentou a barreira dos preconceitos e publicou, em 1859, o romance Úrsula, considerado o primeiro romance abolicionista do Brasil e um dos primeiros escritos produzidos por uma mulher brasileira.

Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos e de falta absoluta de tudo quanto é mais necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé e, para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas, que se levam para recreio dos potentados da Europa. Maria Firmina dos Reis,Úrsula.
Em 1887, Maria Firmina escreveu também um conto sobre o mesmo tema, "A Escrava". Em 1871, publicou a coletânea de poesias Cantos à beira-mar. Também colaborava com jornais literários .

Em 1880, fundou uma escola gratuita e mista, para meninos e meninas, o que causou escândalo no povoado de Maçaricó, em Guimarães. Afinal, a escola teve que ser fechada em menos de três anos.
Fonte: wikipédia

domingo, 12 de julho de 2015

Bate-papo com Ruffato

Bate-papo com Luiz Ruffato na Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura

Comemorando o aniversário da Biblioteca amigos e familiares se reuniram para compartilhar a leitura de "Eles eram muitos cavalos" do escritor Luiz Ruffato.
E não é que de presente recebemos o autor, que com grande simpatia compartilhou sua vida e obra neste dia tão especial para o Ibeac, Escritureiros e cada amigo, companheiro e familiar que festejou este dia tão bonito de histórias literárias e depoimentos emocionantes.