Literatura Negro-brasileiraLiteratura Africana
Literatura Afrobrasileira
Cada um destes títulos merece mais que um glossário.
Para ser compreendido, precisamos do olhar e fala militante, acadêmica e literária dos autores e autoras que tem se disponibilizado a compartilhar suas histórias de criação.
Esta foi a vez de Cidinha da Silva, envolver-nos com sua mineira fala suave, convidar-nos e provocar-nos com as palavras e silêncios de suas escritas.
Cidinha estava particularmente inspirada...
Com muito bom humor relatou-nos os processos vividos por ela como escritora, as transições e as consolidações como historiadora, ativista e autora literária.
Tudo com muita estética como ela mesma afirma e, também, com muita ética.
O público altamente diverso e qualificado – militantes e estudiosos das áreas de direitos humanos e relações raciais e de gênero; gestores, educadores e mediadores de leitura de bibliotecas comunitárias; adolescentes e jovens de projetos sociais; estudantes de biblioteconomia da Usp e do Senac; brasileiros e angolanos – contribuiu enormemente para o tom do encontro.
Merece destaque a participação do grupo de estudantes angolanos, que de forma muito generosa, ampliou o repertório da autora e do público com referências a elementos africanos presentes nas várias publicações de Cidinha da Silva.
Muitos saíram com seus livros autografados, prontos para a mediação de leitura.
Todos saímos sabendo mais sobre o rio Kwanza que dá nome à moeda Angola, compreendemos um pouco mais sobre os biomas do continente africano, sabemos que os elefantes não estão na floresta... Saímos todos com um gostinho de “quero mais”, de “precisamos mais”.
Continuaremos! Em novembro tem mais, com atividade exclusiva para as crianças.
Aguardem notícias!
Para aqueles que através do LiteraSampAfro tiveram contato com a literatura da Cidinha Silva e fizerem um comentário de sua obra aqui no blog, até domingo, dia 9, sortearemos o livro "Mulheres negras do Brasil".
Participe e concorra!

Conheci Cidinha da Silva no Sarau Elo da Corrente. Ela estava lançando seu livro O MAR DE MANU.
ResponderExcluirAssim como vocês, fiquei muito impressionada com as histórias por trás dos livros. A pesquisa, as referências cuidadosas. Fui convidada por Cidinha pra contar O MAR DE MANU no primeiro Festival de Afro-histórias Hadithi Njoo. foi um trabalho muito gratificante e vamos continuar nessa parceria que acredito tanto. Se os deuses quiserem, mas eu acho que eles querem.
Cidinha da Silva é irmã, parceira, malunga, amiga... e escritora!
ResponderExcluirDesde "Tridente" sinto-me cutucada por suas palavras.
Outras vezes me vejo rindo e pensando: "só a Cidinha, mesmo, para dizer isto deste jeito!"
E agora, também a sobrinha Lorrany que está "aprendendo a gostar de ler" encantou-se com o Mar de Manu.
Parabéns LiteraSampa por tudo que temos realizado.
E vem o III Seminário LiteraSampa por aí. Falta pouquinho.
É bom ver tantas pessoas pensando, falando e escrevendo sobre nós e nossa história.
ResponderExcluirÉ bom saber que em meio a "tantas confusões do cotidiano", ainda nos sobra tempo para escutar e ler "...pentes africanos" de Cidinha Silva.
E que venha o III Seminário de literatura, cheio de letras e energia.
Angela Ribeiro - Socióloga
angela_r@ig.com.br
Olá pessoal do LiteraSampa. Adorei participar da atividade com Cidinha e fiquei inspirada em iniciar a tão adiada escrita de um livro...a cabeça sempre vai a mil, mas quando colocamos as mãos para escrever tudo some tão sem explicação...por isto foi muito bom ouvir a Cidinha pois ela compartilhou o processo de escrita pelos quais passou e me ajudou a pensar em como começar. Obrigada por tudo
ResponderExcluirMércia C. Silva Socióloga.
Muito com este Literasampafro com uma pessoa tão bacana como a Cidinha. Não a conhecia e encantei-me com as suas histórias escritas e vividas.
ResponderExcluir