segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Encontro com Mia Couto

Enquanto a cidade que não para, corria apressada na Av. Paulista, na tarde de 29 de outubro, para alguns integrantes do Polo LiteraSampa o mundo real foi tomado de outras cores e de muita emoção, ouvindo história e pensamentos do escritor moçambicano, Mia Couto, na Livraria Cultura. A Companhia das Letras, sua editora no Brasil, nos proporcionou um bate-papo com o escritor que contou ter escolhido seu pseudônimo "Mia" já aos dois de idade, devido a convivência com gatos e que seu grande tema é a identidade. Simpático, tranquilo e com sorriso tímido, Mia Couto conquista para além da sua obra. Agradecemos ao escritor, a Livraria Cultura e a Companhia das Letras pela oportunidade.
(Veja mais fotos deste encontro em nossa página no Facebook ou no site LiteraSampa)



Em sua atual passagem pelo Brasil, o escritor moçambicano Mia Couto foi a Feira do Livro de Porto Alegre, deu palestras em São Paulo, amanhã, dia 6, fará um bate-papo com a jornalista Mona Dorf no Cine Livraria Cultura e hoje às 22h00 dará uma entrevista ao programa de televisão "Roda Vida", na TV Cultura.



O encontro com autores é uma das atividades que faz parte da agenda do Polo LiteraSampa. Acreditamos que aproximar os leitores de escritores, além de conhecer personagens do universo da literatura, seja uma forma de diminuir a distância entre leitura e escrita. Queremos não só novos leitores, a ambição daqueles que lutam pela inclusão literária e acreditam que esta deve fazer parte das agendas dos governos, educadores e da sociedade civil como um todo, é maior do que talvez pareça, é também incentivar o ato de escrever, sendo tanto a produção intelectual quanto artística e outras formas de expressão.

"Sonhe com cuidado, Mariazita. Não esqueça, você é pobre. E um pobre não sonha tudo, nem sonha depressa" em "Meia Culpa, meia própria culpa", conto que faz parte do livro "Fio das Missangas" de Mia Couto.

Um comentário:

  1. Como é bom olhar passear neste blog e ver o quanto realizamos neste ano. Quase não dá para acreditar. Parabéns a cada um de nós, que sabe que os únicos autorizados a dizer que "não podemos" somos nós mesmos.

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